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15 de outubro de 2012

Romantismo no Verão 2012/2013

Rendas, paetês, tules, babados, guipir, laise, aplicações com franja, todas essas referências românticas se mantém como inspiração para essa temporada.

Aliás, em todas as temporadas sempre há um que de romantismo, pois as mulheres gostam da feminilidade que essas peças trazem ao visual, esse estilo é conhecido como "lady like". Roupas fofas, romanticas que trazem um ar de serenidade, inocência e romantismo aos looks.

E em especial essa temporada vem recheada de tons claros, bordados, transparências e muitoooo romantismo!!



 





27 de setembro de 2012

O que usar nesta estação?

O artista francês Yves Klein tornou clássica uma tonalidade intensa de azul que ganhou seu nome, o azul Klein. A cor está de volta ao mundo fashion como uma das apostas em roupas, esmaltes, maquiagens e acessórios. Hoje o azul Klein é o novo preto!! Essa moda vem invadindo as ruas e conquistando a cabeça de todas as famosas e fashionistas!


Olha que lindo esse look!! Ele combina o azul Klein com outra cor que está em alta nessa estação, o laranja. Mesmo o laranja sendo uma cor pouco vista nas ruas em roupas, as pessoas estão apostando nessa cor nos acessórios. Eles dão um up no visual, deixando mais jovem, alegre e na moda!



Outra grande vedete dessa estação é o mostarda. Podendo ser usado para iluminar looks em tons terrosos e até para compor color blockings mais invernais, a cor tem sido vista tanto nos editoriais e desfiles de moda quanto nos looks de street style mais bacanas. Algumas celebridades cheias de estilo também vêm apostando no tom. Mas, acrescento, está cor não dá certo com todos os tons de pele, então veja que cor desta estação mais combina com você e vista-se para arrasar!



Beijinhos e até amanha garotas!!

14 de julho de 2010

Inauguração Ateliê Stephanie Abdon

PRISCILLA FÉRRER, STEPHANIE ABDON, MARJORIE ABDON, GABRIELLE CASTELO E JESSICA ABDON

PRISCILLA FERRÉR, STEPHANIE ABDON, MARJORIE ABDON E GABRIELLE CASTELO

RAQUEL ABDON E STEPHANIE ABDON


FELIPE COSTA E SCARLETT ABDON
EVELINE BENTES ABDON
MARCELA MACEDO REBOUÇAS
KARINA, GABRIELLE CASTELO, HORTÊNCIA BIONE, SCARLETT ABDON

JESSICA BENTES ABDON

HORTÊNCIA BIONE
JESSICA BENTES ABDON
LARISSA GADELHA LIMA RODRIGUES
PEDRO E LARISSA RODRIGUES
SCARLETT ABDON E BRUNA
MARCELA MACEDO, RAVANNE ABDON E MELISSA LINHARES

7 de abril de 2010

Emos

Como surgiu a tribo
Emos, abreviação de emotional hardcore, surgiram de um desmembramento do estilo musical "hardcore punk", ocorrido em 1985, em Washington, capital.

Na metade da década de 1980, bandas desse estilo, como Bad Brains, Minor Treath e Faith no More, se apresentavam em grandes festivais e todas eram representadas pelo selo independente "Dischord Records".

Esta gravadora foi de extrema importância para dar forma ao movimento da época. No entanto, os festivais começaram a tomar maior proporção do que a esperada e a música rápida, agressiva e de cunho político que produziam estava trazendo violência e inquietação para os shows que participavam. Um fato marcante exemplifica isso:

No verão de 1985, no show intitulado "Revolution" Summer, da importante banda norte-americana Dead Kennedys um grupo de "Skynheads" tocou uma garrafa no palco, machucando um dos integrantes. No final do show, o vocalista Jello Biafra, revoltado, pulou do palco e brigou com o responsável, aumentando ainda mais a confusão.

Este acontecimento foi a gota d´água para novas bandas surgirem com um discurso que deixasse um pouco a política de lado, a fim de evitar toda essa violência. Ao invés de cantarem músicas como "Nazi Punks Fuck Off" (Dead Kennedys), bandas como Rites of Spring, Moss Icon e Embrace optaram por uma versão mais pessoal e introspectiva do punk, se apresentando em turnês menores e mais intimistas.

Além disso, outras bandas já estabelecidas de hardcore punk, como 7 Seconds, Government Issue e Scream também aderiram a esta onda inicial do chamado "emocore", diminuindo o andamento das músicas, escrevendo letras mais pessoais e acrescentando influências do rock alternativo de então, reforçando ainda mais a tendência na época.

O estilo foi absorvido pelas bandas americanas de punk rock, que o misturaram com vertentes "pop punk" e "indie rock", traduzido por bandas como Jaebreaker e Sunny Day Real Estate, no começo dos anos 1990.

Dos anos 1980 e 1990 até os dias de hoje, os emos foram então incorporando características de outras tribos até se tornarem um estilo de música e comportamento pop, que é o que conhecemos atualmente.



Estilo
O que é denominado emo dos anos 2000 para cá é um estilo com referenciais estéticos um pouco diferentes, adquiridos ao longo do tempo. A começar pelo fato de que enquanto a geração emocore dos anos 1980 estava mais preocupada com o som, a grande maioria dos emos de agora estão mais preocupados com o visual.

Nos anos 1980, bandas com um estilo mais punk, como os Dead Kennedys, usavam jaquetas de couro, jeans rasgados, acessórios com tachas e All Star. Já o movimento dark, com o The Cure, primava pelos olhos, unhas e roupas pretas, franja no rosto e atitude andrógina e poser.

Em meados dos anos 1990, no Japão, surgiu o universo infantil e anime dos decoras (leia especial sobre esta tribo) e mais para o final desta mesma década, nos Estados Unidos, aparecem bandas punk rock debochadas e bem humoradas, como o Blink 182, que vestiam camisetas coloridas, bonés para o lado, bermudões e tênis quadriculados.




Os emos que conhecemos hoje são soma de tudo isso. A maioria dos adeptos são jovens entre 12 e 19 anos e, por isso, geralmente, não tem muito poder aquisitivo, o que faz com que customizem suas roupas com patches, botons, joaninhas e laços. Para isso, cresce a oferta de produtos, desde estabelecimentos em grandes capitais como São Paulo (dezenas de lojas na Galeria do Rock) até cidades medianas como Porto Alegre, com duas importantes lojas: Back in Black e Short Fuse.



As meninas adoram tanto acessórios de lacinho, como de tacha (de preferência algum que misture os 2), além de meias listradas e saias plissadas. E assim como elas gostam de usar suspensórios, gravatas e bermudões, os meninos adoram camisetas curtinhas e calças justas.

Suas cores favoritas são preto, branco, rosa e roxo. Os cabelos são coloridos e com cortes assimétricos penteados com ceras e pomadas que dão o aspecto de desalinhado e espetado, assim como dos animes japoneses. Além disso, os emos usam e abusam de piercings e tatuagens.

Avril Lavigne tem uma marca chamada Abbey Dawn, que faz roupas voltadas para este universo. A última coleção que começou a ser vendida nas lojas Kohlno dia 5 de março é inspirada no filme "Alice no país das maravilhas", de Tim Burton. A trilha também tem participação dela.


30 de março de 2010

Rock e Moda discutidos em evento.


Caliman, Max Blum, Laima Leyton e Iggor Cavalera ouvem as perguntas da plateia, que lotou a Escola de Design Unisinos

Não precisa ser muito expert em moda para saber que o rock é uma das principais tendências da temporada. Tachas, cravos, preto, tudo isso tem dominado os lançamentos nacionais e internacionais, e faz referência à rebeldia do movimento que começou na metade do século passado.

Para debater essa relação, na noite de quarta-feira, dia 24, os músicos Iggor Cavalera, Laima Leyton, o produtor musical de desfiles Max Blum e a estilista da King 55, Carol Caliman, estiveram reunidos na Escola de Design Unisinos, em Porto Alegre (RS), mediados por Paula Visoná.

“O rock perdeu a identidade. Falta transgressão, o rock ficou bobo”, foi a opinião de Iggor ao ser perguntado sobre as características do movimento na atualidade. Carol Caliman concordou, explicando que, se antes havia um posicionamento contra o sistema, hoje é para o sistema: “É tudo para se encaixar na moda”.

Max Blum acredita que a internet é uma das grandes responsáveis por isso. “Por causa da web, não há barreiras. Antes, os movimentos eram divididos: anos 1970, anos 1980... Agora todo mundo tenta unificar, é tudo misturado. Tanto no rock, quanto na moda”.

Renovação de tendências já é algo estabelecido. A cada temporada, novas ideias surgem e, consequentemente, novas coleções. Mas então, como ficaria a relação entre rock e moda? Para Carol Caliman, a grande questão disso tudo é evoluir sem perder a identidade.

Max Blum explica que na moda, além da identidade, tem de se levar em conta o que está acontecendo ao redor. “Quando faço o desfile da Colcci, sei que eles querem uma música mais comum, bem comercial. Para o Alexandre Herchcovitch, a trilha tem que ser diferente. Dentro desses extremos, há variedade. Tudo pode acontecer”, explica.

Por causa da velocidade com que as mudanças ocorrem, o produtor salienta que não há mais espaços para os fenômenos, como uma grande Maison ou os Beatles: “É pretensioso achar que vai se criar algo novo daquilo que gosta. Já fizeram de tudo”.

Para quem trabalha na área, Laima acredita que é preciso fazer escolhas, mas que isso depende apenas do profissional. “No meio do caos, é preciso encontrar um filtro”, explica.

Sapato de tiozinho

Ao ser questionado se incomodava o fato de o rock estar ligado à moda e ser tão popular atualmente, Iggor Cavalera foi enfático: “Isso me faz pesquisar e querer coisas novas. Hoje é mais transgressor eu usar um sapato de tiozinho do que um All Star com caveira. E isso não é algo que tenha que se lutar contra. É legal procurar coisas novas”.

23 de fevereiro de 2010

Cultive a Felicidade

Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado, mas não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo. Só você pode evitar que ela vá à falência.

Há muitas pessoas que precisam, admiram e torcem por você.

Ser feliz não é ter um céu sem tempestades, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem decepções.

Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza.

Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos.

Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu próprio ser.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a cada manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "claro que não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta. É beijar os filhos, curtir os pais e ter momentos poéticos com os amigos, mesmo que eles nos magoem.

Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de cada um de nós. É ter maturidade para falar "eu errei". É ter ousadia para dizer "me perdoe". É ter sensibilidade para expressar "eu preciso de você". É ter capacidade de dizer "eu te amo".

Desejo que a vida se torne um canteiro de oportunidades para você ser feliz...

E, quando você errar o caminho, recomece tudo de novo. Pois assim você será cada vez mais apaixonado pela vida. E descobrirá que...

Ser feliz não é ter uma vida perfeita. Mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância. Usar as perdas para refinar a paciência. Usar as falhas para esculpir a serenidade. Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.

Jamais desista de si mesmo. Jamais desista das pessoas que você ama.

JAMAIS DESISTA DE SER FELIZ!!

21 de fevereiro de 2010

Vitrine de LUXO reutiliza LIXO




Atualmente, ser uma empresa “amiga da natureza” não é um diferencial, mas praticamente um requisito básico para ser bem vista pelo cliente. E já que as possibilidades de contribuir para o ambiente são muitas, vale sempre mostrar as novas ideias que surgem.

A proposta da Vitrina & Cia é um bom exemplo. A empresa apostou na reutilização do lixo para criar a cenografia da vitrine da marca de luxo Guilherme Duque, durante a Feninjer (Feira Nacional da Indústria de Joias, Relogios e Afins).

Para representar a história da grife, o ambiente resgatou o artesanal, com inspiração na rainha Maria Antonieta e com referência principal no castelo de Versailles, na França. O universo épico transpareceu em florais, elementos vintages e decupagem de vestidos de um livro francês para colorir.

Cris Rocha, proprietária do ateliê Quinta Reverência, que também participou do projeto, coletou peças de madeira que não estavam mais sendo utilizadas e aplicou na vitrine. O lixo formou móveis, biombos, tacos de piso, enfeites, além de servir de encaixe para outros utilitários.

Para Patrícia Rodrigues, proprietária da Vitrina & Cia, a imagem da empresa refletida no ponto de venda deve representar a essência e capturar o consumidor através da emoção. A marca Guilherme Duque atua no setor de joias desde 1940.

18 de fevereiro de 2010

SEXY: SER OU NÃO SER?

Acredito que nada pode ser mais sexy do que a auto confiança para valorizar o que há de melhor no seu corpo e no seu comportamento.
Como diz Diane von Fustenberg, ícone da moda e dos costumes há décadas: " Sexy é acreditar em você mesma ". Eis o motivo para fugir das armadilhas, lugares-comuns, opções nada originais: cabelos compridos, roupa justa, decotão são sexy? Depende tão somente de quem usa. Para uma mulher atraente o melhor a fazer e tirar proveito de todas as suas virtudes, juntas.
Se decidir realmente pôr um estilo mulher fatal, inspire-se nos estilistas mais originais do planeta como Hervé Leger, Versace, Christian Dior, Cavalli, Pierre Balmain. Eles sempre fazem isso com toque chique.
Mas sabemos que um estilo não está só na roupa, pois é através dos nossos gestos que nos apresentamos aos outros e ao mundo. Cuidar de você e apurar o seu estilo também implica começar a prestar mais atenção nos seus gestos. É preciso ter consciência de que eles são uma forma de expressão que traduz aprimoramento pessoal ao harmonizar seus valores, seus sentimentos e sua personalidade com o seu corpo. Encontrar a postura correta, sentar-se ou caminhar tranquilamente, expressar-se com naturalidade, revelando concentração ou desconcentração através do movimento é uma possibilidade de ganhar mais seguraça para viver.

Textos tirados do livro Confidencial.

17 de fevereiro de 2010

Jóias premiadas têm referências brasileiras



Com o objetivo de estimular a modernização do setor e incentivar a criação de peças que expressem a identidade brasileira, o IBGM (Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos) realizou o Prêmio de Design de Joias 2010, entregue durante a Feninjer (Feira Nacional da Industria de Joias, Relogios e Afins), que aconteceu entre 6 e 9 de fevereiro, em São Paulo . Entre cerca de 300 inscritos, 3 foram vencedores.


Na categoria “Joias da Natureza”, Aline Miranda foi a ganhadora, com brinco de topázio London em ouro branco, uma criação inspirada nos rios.

Em “Joias com Lapidação Diferenciada”, o colar de ouro amarelo e quartzos fumês de Maíra Paiva foi o campeão. O desafio da designer foi criar elos sem cola ou emendas, utilizando técnicas que valorizassem o quartzo, pedra abundante no país.

A joia eleita como “A Cara do Brasil - Brazilian Ear Couture”, foi o brinco de ouro branco, diamantes, cristal rosa, topázios azuis Sky e London, prasiolita e ametista roxa, de Carla Abras. A peça, segundo a designer, representa os movimentos, a sensualidade e a contemporaneidade do povo brasileiro.

Cada uma das ganhadoras recebeu R$ 6 mil, certificado de premiação e terão divulgação da peça tanto em publicações do ramo quanto no Catálogo do Prêmio IBGM de Design, distribuído em feiras de joias e gemas do exterior.